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Consumo de Consciência Humana

Nos laços e construções semânticas através do processo de nomeação, em que deslocamentos de conceitos para fazer parte de uma ideia que se sustenta sobre o signo na formação de uma subjetividade, como um modelo de pensamento onde se constrói uma identidade para cada palavra, que ao fazerem conexões entre si, a sintaxe de um pensamento, convertido em uma sentença, como uma frase, gera uma expressão do que se apreendeu como ensinamento sobre um fenômeno social, percebido por uma ou mais ações em que o comportamento humano deve se ajustar para a geração de conexão com a vida.

Cada palavra é um Coletivo de significados, com instruções para ancorar um conhecimento que gera gestão da imagem que o signo tem como missão repassar de conexão de um grupo de pensamentos apreendidos. Assim, por exemplo, a palavra casa pode se comportar em significado de distintas formas: lugar onde se vive; habitação; lugar de repouso; recolhimento... que a construção que se forma a partir da coleta visual do signo amparado pela ancoragem de demais estruturas conceituais fornece uma pista de imagem (imagética) da representação mais próxima que um escritor deixou de informação para um leitor se apropriar do substantivo dentro de um refino de significado que toda a construção frasal possa gerar a significação temporal que se deseja repassar como informação para o leitor. Onde esse leitor é levado a escolher o significado mais próximo do que o escritor está querendo repassar como conteúdo.

A base em que traz uma dimensão do que é comum em variações de signos é muito utilizada por diversos pensadores para gerar um ponto fixo de uma estrutura de comparação de um fenômeno que pode, por meio de diferenciais de comportamento, gerar um entendimento de imagens do que pode ser nomeado e qualificado para a transmissão de um conhecimento.

A base Freudiana é a sexualidade, no qual todo o comportamento humano se localiza nas construção dos signos onde está deslocado o percentual de imagem em que a sexualidade esteja representada, desta forma de posse do dicionário de funções da sexualidade é possível a um psicanalista determinar o tipo de ausência de funcionalidade ou funcionalidade uma pessoa pode se comportar dentro do espaço, porque se entende e traduz os fenômenos sociais por meio de um dicionário de funções diferenciado de posse do profissional preparado para gerir o pensamento capaz de extrair as informações. Como se fosse uma linguagem metafórica.

Toda área também possui similar organização de estrutura de base em que a Carreira conceitua as funções para que a organização do saber fique centrada dentro da área. Para a Economia por exemplo, a base é o percentual de troca. Então tudo se instancia entre as relações que se formam a partir da conexão da base nas interações sociais que geram atividades e conexão humana.

Para a Administração a base utilizada é a organização então todas as variáveis conceituais utilizadas em seu dicionário dizem respeito a função de organizar o espaço em detrimento das mutações deste espaço em que as variações de comportamento produzem diferencias de atividades humanas.

Era impossível introduzir o conhecimento que virá a seguir se os parágrafos anteriores não precedessem de explicação. Na base da evolução da consciência, as atividades humanas se estruturam em modelos de funcionamento mental de consumo do regime de urgência, em frente as respostas ambientais que a exigência da interação humana com o habitat, faz o humano reagir a estímulos presentes no meio, a fim de que as atividades humanas prosperem em conexão aos comportamentos representados dentro da espécie.

Os seres humanos possuem 5 tipos principais de modelos de interações de consumo em atividades humanas que determinam um padrão diretivo para uma tomada de consciência diante de fatos, processos de permuta e escolhas, que seu processo de decisão torna a mente ativa para consumir determinado item que necessita de deslocamento das funções humanas frente as necessidades adaptativas de estar em equilíbrio consigo mesmo, com outros seres e o ambiente. A base da evolução da consciência em 2019 segue 5 formas distintas: Eros, Deus, Deriver, Cosmos e Onix.

Eros é um nível de Ação à Reação

Deus é um nível de Ação à Reflexão à Reação

Deriver é um nível de Ação à Reflexão à Análise à Reação

Cosmos é um nível de Ação à Reflexão à Análise à Aplicação de Inteligência à Reação

Onix é um nível de Ação à Reflexão à Análise à Aplicação de Inteligência à Previsibilidade à Reação

Os consumidores em Eros são movidos pelo impulso de consumo, geralmente são pessoas que se conectam com a aproximação de um padrão de consumo que satisfaça o gerenciamento de uma aquisição.

Os consumidores em base Deus antes de desencadearem a reação são capazes de evocar no mental pensamentos subsidiários de fundo reflexivo a fim de que a troca possa ser realizada por meio de um ou mais subsídios, ou sejam, pensamentos que ancoram a tomada de decisão por um consumo de sua interação social.

Os consumidores em base de consciência evolutiva Deriver quando um comportamento de consumo é despertado além do efeito da evocação da reflexão do já armazenado na memória também utilizam um processo analítico em que as ideias permitem ser gerenciadas sob um efeito decisório final do consumo ou não de determinada atividade humana.

Os consumidores em base de consciência evolutiva Cosmos são pessoas acostumadas em sua estrutura de decisão utilizar a memória, o sistema límbico, o lobo temporal, a fim de gerar o processo analítico das ideias e também aplicar em seu espaço projetivo os possíveis efeitos que a aquisição de um consumo irá provocar de deslocamento de seu comportamento social, para só depois desencadear a reação deseja de consumo ou não de um item.

Os consumidores em base de consciência evolutiva Onix são pessoas acostumadas em sua estrutura de decisão utilizar a memória, o sistema límbico, o lobo temporal, a fim de gerar o processo analítico das ideias e também aplicar em seu espaço projetivo os possíveis efeitos que a aquisição de um consumo irá provocar de deslocamento de seu comportamento social, com capacidade de deslocar também as análises para o seu espaço projetivo, para só depois desencadear a reação deseja de consumo ou não de um item.

Esses padrões de consumo seguem a forma:

A] Pensamentos Alfa

B] Pensamentos Beta Conceituais

C] Pensamentos Beta Semânticos e Estruturais

D] Necessidades

E] Desejos

F] Satisfação

G] Realização

Os Pensamentos Alfa são conjunto de traços imagéticos apreendidos por meio de conexões dos sentidos que resgatam informações das sensações que são convertidas em percepções, que podem ser utilizadas em alocações de memória (apreensões de tato, apreensões de olfato, apreensões de visão, apreensões de degustação, apreensões de interocepção,...).

Os Pensamentos Beta Conceituais é um Coletivo Alfa de memória que integra em conceito que imagem e simbólico estão representados (termos, palavras, conceitos).

Os Pensamentos Beta Semânticos e Estruturais é um Coletivo de Beta Conceituais em que as estruturas de sentenças e premissas geram um efeito de construção comportamental do deslocamento das atividades humanas (sentenças, frases, tópicos frasais).

As Necessidades é um adensamento de estruturas Beta Semânticas e Estruturais dotadas de veracidade, influência e um modelo de aplicação de estímulos (emocional, intuição, racional, prazer, libido, volição).

Os Desejos são da segunda ordem de estruturas Beta Semânticas em que o lobo temporal é ativado na projeção da ideação de consumo. O fator tempo está também inserido dentro deste modelo aquisitivo de consumo (crenças, ideias firmes, regras).

A Satisfação é a terceira ordem de consumo dentro deste modelo de Pensamentos Beta Semânticos e Estruturais, que um consumidor coerente tem como aplicação de sua resposta de aquisição quando o consumo pelo item atinge as necessidades e desejos despertados (senso de conclusão de projeto, meta conquistada, contato com o prazer).

A Realização é a quarta ordem de consumo, quando se extingue a necessidade, o desejo, a satisfação e o indivíduo se liberta para outros tipos de experiência e ocupação de seu mental para novas formas de consumo (fim do deslocamento de energia ? pulsão ? dentro do comportamento).

As relações humanas se formam através da Carta de Desenvolvimento Humano, em que se constrói as relações entre o eu e os objetos disponíveis em seus deslocamentos sensoriais. Desta reação se estabelece: os costumes, os hábitos, as regras, a moral, o ordenamento e a ética. É a regra da espécie, em que ela se vincula para gerar desenvolvimento que também faz parte de sua base espiritual de consumo do que é vital e das relações que se formam em termos de essência da vida:

CARTA DE DESENVOLVIMENTO HUMANO

Se Bem à Bem >>> Evolução / Insight / Inovação;

Se Bem à Mal >>> Involução / Retração de Benefícios / Afetação / Protorressentimentos;

Se Mal à Bem >>> Assume Resposta Invariante (Torna dependente outras relações subjetivas que se constrói que servem de subsídio a uma tomada de decisão ? se instala pela repetição da experiência)

Se Mal à Mal >>> Penalização / Punição / Involução / Queda do Benefício.

TABELA VERDADE DO DESENVOLVIMENTO DO SER HUMANO DE VALÊNCIA POSITIVA

Se V à V >>> V

Se V à F >>> F

Se F à V >>> F ou Se F à V >>> V

Se F à F >>> F

Fraternalmente,

Max Diniz Cruzeiro

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